Sigo minhas jornadas como parasita de algumas plataformas de streaming depois que o André me deu uma stick da amazon conectando minha Alexa a TV. E, hoje eu gostaria de falar ou desenvolver alguma coisa sobre a última série inesperada que assisti Merlí. A produção foi indicada por um ex crush. Pasmem, depois que o tarô disse: uma gracinha, mas tão profundo quanto um pires, nunca mais desvi.
Mas, sobre a série é alguma coisa meio malhação, estudantes numa universidade discutindo o básico da filosofia. Algo bem água com açúcar na primeira temporada. Até que tudo mudou na segunda temporada. O pratagonista descobre ser HIV positivo.
Mas antes do grande fato narrado, logo nos primeiros minutos da segunda temporada há uma reflexão maravilhosa de uma personagem novo dizendo: "Como pode existir milhões de mãos parecidas no universo, mas cada uma ser única?" E o protagonista se pega analisando sua mão como muitos na sala de aula.
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