Série MERLÍ Netflitx

Sigo minhas jornadas como parasita de algumas plataformas de streaming depois que o André me deu uma stick da amazon conectando minha Alexa a TV. E, hoje eu gostaria de falar ou desenvolver alguma coisa sobre a última série inesperada que assisti Merlí. A produção foi indicada por um ex crush. Pasmem, depois que o tarô disse: uma gracinha, mas tão profundo quanto um pires, nunca mais desvi. 

Mas, sobre a série é alguma coisa meio malhação, estudantes numa universidade discutindo o básico da filosofia. Algo bem água com açúcar na primeira temporada. Até que tudo mudou na segunda temporada. O pratagonista descobre ser HIV positivo. 

Mas antes do grande fato narrado, logo nos primeiros minutos da segunda temporada há uma reflexão maravilhosa de uma personagem novo dizendo: "Como pode existir milhões de mãos parecidas no universo, mas cada uma ser única?" E o protagonista se pega analisando sua mão como muitos na sala de aula. 



Como não deixarei de ser sincero com minhas lembranças para o meu eu do furuto ou quem interessado possa. Gostaria de lembrar que neste blog, que alimento quando dá, as fotos presentes foram retiradas por mim diretamente da TV, já que a netflix não permite os queridos printscreens. A genialidade do momento aqui está na delicadeza de uma das cenas finais deste mesmo episódio. O protagonista fazendo o teste de HIV na farmácia olhando para a mão. Como pode cada mão ser única? Não sei se recomendo a série, mas esta narrativa ficou no meu coração.













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